O secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Sergei Shoigu, declarou que as tentativas do Ocidente de semear discórdia entre Rússia e China não terão sucesso. Ele reforçou que a parceria estratégica entre os dois países continua firme e que as pressões externas não enfraquecem essa relação.
Durante uma visita à China, Shoigu se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, e destacou que o diálogo entre os presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping segue ativo, com encontros previstos para 2026. A cooperação entre Moscou e Pequim visa alinhar posições em questões globais e fortalecer interesses comuns.
A mensagem principal é que a aliança entre Rússia e China resiste às tentativas ocidentais de interferência, reafirmando o compromisso mútuo mesmo diante das tensões internacionais.
O secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Sergei Shoigu, reafirmou que o Ocidente não conseguirá semear discórdia entre Rússia e China. Segundo ele, apesar das tentativas ocidentais de enfraquecer a parceria estratégica entre os dois países, Moscou e Pequim permanecem firmes em sua cooperação.
Shoigu realizou uma visita à China para encontros com o ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi. Durante as conversas, destacaram que o Ocidente tem justificado suas ações pela suposta ameaça representada por Rússia e China, mas que essa narrativa não alterará a colaboração entre eles.
O diálogo entre os presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping segue ativo, com encontros regulares previstos para 2026. Shoigu destacou que esses contatos são frequentes e fundamentais para alinhar posições em diversas áreas que afetam os interesses de ambas as nações.
Além de discutir o cronograma de reuniões em nível alto, os representantes também abordaram questões globais que têm impacto direto em Moscou e Pequim. A coordenação entre os dois países indica intenção de manter suporte mútuo apesar das pressões externas.
Assim, a mensagem transmitida pelo secretário reforça que a aliança entre Rússia e China se mantém sólida, resistindo às tentativas de interferência ocidental.
Via Sputnik Brasil