O setor financeiro brasileiro confirmou a confiança no Banco Central após o Tribunal de Contas da União (TCU) iniciar uma inspeção sobre a liquidação do Banco Master. Em nota, 11 entidades representantes de bancos, fintechs e cooperativas destacaram o respaldo às decisões técnicas e à independência institucional do Banco Central.
A manifestação enfatiza a importância da supervisão técnica e prudente do BC para manter um sistema financeiro sólido e íntegro. A nota conjunta inclui mais de 700 instituições financeiras, reforçando o apoio à atuação regulatória do Banco Central.
O apoio ocorre em meio a questionamentos judiciais sobre o caso Banco Master, reforçando o papel do BC como guardião da estabilidade e segurança do sistema bancário no Brasil.
O setor financeiro reforçou a confiança no Banco Central após o Tribunal de Contas da União (TCU) iniciar uma inspeção para avaliar a liquidação do Banco Master. Em uma nota conjunta, 11 entidades representativas de bancos, fintechs e cooperativas reafirmaram o respaldo às decisões técnicas do Banco Central em sua atuação regulatória e fiscalizatória.
O comunicado destaca a importância de manter a independência institucional da autarquia para garantir um sistema financeiro sólido, resiliente e íntegro. Segundo o texto, o Banco Central exerce uma supervisão técnica e prudente, focada na solvência e integridade das instituições financeiras.
Participam do manifesto organizações como a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Zetta, que representa grandes fintechs brasileiras. No total, estão incluídas 757 instituições financeiras, 689 cooperativas de crédito e 15 associações vinculadas à Fin.
Essa manifestação ocorre em meio a questionamentos judiciais sobre a liquidação do Banco Master. Na última semana do ano passado, o setor financeiro também apoiou o Banco Central após o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, marcar uma acareação sobre o caso.
O apoio das entidades financeiras ao Banco Central reforça o papel da autarquia como responsável pela supervisão técnica do sistema bancário, com foco na segurança e na estabilidade.
Via InfoMoney