O ex-presidente Donald Trump usou a sigla FAFO em uma publicação após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. A prisão ocorreu em Caracas e Maduro foi transferido para os EUA, onde será julgado. FAFO é uma gíria popular nas redes sociais que significa “quem brinca com fogo, se queima”.
Trump usou o termo como um alerta direto e já havia utilizado a expressão em outras situações políticas. Ele também afirmou que os EUA vão controlar a transição do governo venezuelano e acusou Maduro de liderar um cartel de narcotráfico. Atualizações sobre medidas futuras em relação à Venezuela estão em análise.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA vão administrar a Venezuela após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. A prisão de Maduro ocorreu em Caracas e ele foi levado para um centro de detenção em Nova York, onde será julgado em tribunal americano, conforme anunciou a procuradora-geral Pam Bondi.
Na mesma data, Trump publicou na conta oficial da Casa Branca no X uma foto sua com a sigla FAFO e a legenda “No games” (“sem jogos”), expressão que funciona como um aviso direto. FAFO é a abreviação da frase em inglês “F*ck Around and Find Out”, que significa algo como “quem brinca com fogo, se queima”. Essa gíria militar hoje é popular em redes sociais, usada para avisos e provocações, principalmente em assuntos políticos.
Trump já havia usado FAFO anteriormente em 2025, ao ameaçar a Colômbia com sanções por recusar voos militares americanos. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, também utilizou o termo para se dirigir a inimigos do país.
Além de informar que os Estados Unidos vão comandar a transição do governo venezuelano, Trump voltou a acusar Maduro de liderar um cartel de narcotráfico na região. O ex-presidente destacou que medidas adicionais estão sendo avaliadas por sua administração para o futuro da Venezuela e o controle das reservas petrolíferas do país.
Maduro foi transferido para os EUA após a operação que resultou em sua prisão na Venezuela. A movimentação marca uma escalada nas ações dos Estados Unidos na liderança política sul-americana.
Via G1 Tecnologia