Smartphones recentes exibem baterias de 6.000 a 8.000 mAh. Essa evolução vem da bateria silício-carbono, variação do íon-lítio. No ânodo, silício substitui grafite, com 420 mAh/g contra 372 mAh/g.
O carbono previne expansão excessiva do silício. A tecnologia resiste a baixas temperaturas e promete mais de 1.500 ciclos. Marcas como Honor, Realme e Xiaomi lideram a adoção no Brasil e mundo.
Smartphones recentes mostram baterias com capacidades maiores, de 6.000 mAh a 8.000 mAh. Logo, modelos com o dobro devem aparecer. Essa mudança vem da bateria de silício-carbono, uma variação de íon-lítio já comum em aparelhos.
No ânodo, o silício substitui o grafite. Ele oferece 420 mAh/g contra 372 mAh/g do grafite. Assim, mais energia cabe no mesmo espaço, sem aumentar tamanho ou peso do celular.
O carbono ajuda a evitar problemas como expansão excessiva do silício, que poderia causar vazamentos ou riscos. Essa combinação também resiste melhor a temperaturas baixas, até -20°C, mantendo o carregamento eficiente.
Porém, há desafios. Nos EUA, baterias acima de 20Wh são vistas como perigosas para transporte, elevando custos logísticos. Apple, Samsung e Google ainda evitam a tecnologia.
- O silício pode expandir em cargas altas, mas o carbono controla isso.
- Vida útil preocupa, mas testes mostram mais de 1.500 ciclos com 80% de retenção.
Honor estreou em 2023 com Magic 5. Hoje, Realme, Oppo, Xiaomi, Vivo e OnePlus usam. Rumores falam de 15.000 mAh na Realme. Intermediários como Redmi Note 14 ganham com 6.200 mAh. Dobráveis e wearables devem seguir.
De 2026 em diante, veremos a durabilidade real no uso diário. Fique de olho nos próximos lançamentos.
Via TecMundo