O uso de stablecoins atreladas ao real brasileiro deixou a fase experimental e se tornou essencial no mercado de criptomoedas. Bancos digitais, empresas e operadores utilizam esses ativos para reduzir custos e acelerar transações, funcionando 24 horas por dia.
Além de eliminar barreiras dos pagamentos internacionais, as stablecoins em real oferecem segurança, governança e cumprimento regulatório, facilitando pagamentos internacionais e operações financeiras locais. Apesar do predominante uso de stablecoins atreladas ao dólar, as versões em real crescem para evitar riscos cambiais.
Dados recentes indicam que mais de 70% dos R$ 338 bilhões movimentados em cripto no Brasil ocorreram via stablecoins. O Banco Central trabalha na regulação desses ativos para garantir rastreabilidade e segurança, apontando para um futuro com integração entre sistemas tradicionais e tecnologia blockchain.
O uso de stablecoins em real brasileiro ultrapassou o estágio experimental no setor de cripto, consolidando-se como ferramenta fundamental para movimentação de recursos digitais. Com volumes mensais que alcançam centenas de bilhões de dólares, essas moedas digitais são usadas por bancos digitais, empresas e operadores para reduzir custos e acelerar liquidações, funcionando 24 horas por dia.
Essas moedas virtuais não visam substituir o sistema bancário, mas sim eliminar barreiras dos pagamentos internacionais, como horários limitados, necessidade de intermediários e altos custos cambiais. Ainda que as stablecoins atreladas ao dólar dominem, seu uso em fluxos financeiros brasileiros traz riscos de descasamento cambial, impactando custos e operações locais.
Por isso, stablecoins pareadas à moeda nacional ganham espaço, oferecendo integração eficiente e segura com o mercado global. Elas permitem liquidação contínua, acompanham governança e cumprem regras regulatórias, dando suporte a diversos usos como tesouraria, pagamentos internacionais e otimização financeira sem abrir mão da denominação em real.
Recentes dados mostram que as stablecoins representaram mais de 70% dos R$ 338 bilhões movimentados em cripto no Brasil entre janeiro e setembro do ano passado. Além da eficiência, a governança e aderência regulatória tornam essas moedas digitais mais confiáveis para uso institucional.
O Banco Central do Brasil segue avançando na regulação desses ativos, ressaltando a necessidade de rastreabilidade e segurança operacional. O futuro do mercado digital deve combinar sistemas tradicionais e rails de blockchain, ampliando a capacidade de liquidação global de moedas locais, incluindo o real.
Via Startups