A Strategy realizou a maior compra de bitcoin em cinco meses, adquirindo cerca de 13.600 unidades, totalizando mais de US$ 1,2 bilhão. A empresa agora possui aproximadamente US$ 62,8 bilhões em bitcoin, consolidando-se como a maior Bitcoin Treasury Company do mundo.
A operação foi financiada pela emissão de 6,8 milhões de ações ordinárias e 119 milhões em ações preferenciais STRC para investidores conservadores. Apesar da compra, as ações da Strategy caíram 5,7% devido a incertezas no mercado e fatores políticos internacionais.
A Strategy anunciou a maior aquisição de bitcoin (BTC) em mais de cinco meses, comprando cerca de 13.600 unidades na última semana, somando mais de US$ 1,2 bilhão pelo valor atual. Com isso, a empresa passa a deter aproximadamente US$ 62,8 bilhões, o equivalente a 687.400 BTC, mantendo-se como a maior Bitcoin Treasury Company do mundo.
Essa compra foi financiada principalmente pela emissão de 6,8 milhões de ações ordinárias, que renderam US$ 1,1 bilhão. Além disso, a companhia lançou US$ 119 milhões em ações preferenciais STRC, direcionadas a investidores mais conservadores, conforme divulgado por Michael Saylor, cofundador e presidente executivo da empresa.
Contudo, as ações da Strategy recuaram cerca de 5,7% no começo do pregão, fechando próximo a US$ 157, em meio a incertezas do mercado relacionadas à independência do Federal Reserve e a possíveis impactos das investigações envolvendo Donald Trump.
O preço médio de aquisição do bitcoin pela Strategy agora é de US$ 75.300 por unidade. Investidores mostraram-se aliviados ao saber que a MSCI manteve a elegibilidade de companhias com forte exposição a criptomoedas em seus índices, adiando a decisão para fevereiro. Essa medida evita possíveis saídas bilionárias das ações da empresa, como alertado por analistas do JP Morgan.
O múltiplo sobre o valor patrimonial líquido da empresa (mNAV) estava em 1,03x no início da última segunda-feira. A Strategy segue reforçando sua postura de investimento em bitcoin, mesmo diante de desafios no mercado financeiro.
Via Money Times