Super Bowl 2026: entenda por que intervalos de 30 segundos custam R$ 53,4 milhões nos EUA

Super Bowl 2026 registra anúncios de 30 segundos a R$ 53,4 milhões, refletindo sua força no mercado publicitário dos EUA.
08/02/2026 às 06:41 | Atualizado há 3 horas
               
Descrição destaca impacto global e alto alcance midiático em intervalo da NFL de domingo. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

O Super Bowl 2026 consolida-se como o principal evento publicitário dos Estados Unidos, com anúncios de 30 segundos alcançando preços recordes de até US$ 10 milhões, equivalentes a cerca de R$ 53,4 milhões. Essa valorização acompanha o aumento constante da audiência do evento, que deve superar 150 milhões de telespectadores.

Além de atrair grandes marcas de diversos setores, o evento conta com shows de artistas renomados, como o rapper Bad Bunny, que ampliam o público e o engajamento. O Super Bowl transcende o futebol americano, combinando entretenimento, cultura e publicidade em uma plataforma única.

O impacto econômico se estende além da publicidade, beneficiando áreas como turismo e gastronomia. A NFL usa tecnologia avançada para melhorar a experiência dos fãs, mostrando que o Super Bowl é um espetáculo que vai além do esporte, com forte presença global e relevância comercial.

O Super Bowl de 2026 reforça seu status como principal ativo publicitário dos EUA. A final de futebol americano alcançou recorde com anúncios de até US$ 10 milhões por 30 segundos, algo em torno de R$ 53,4 milhões na cotação atual. Isso mostra a força contínua da NFL no mercado de mídia e marketing esportivo, já que todas as cotas publicitárias foram vendidas com cinco meses de antecedência.

A valorização dos espaços comerciais teve crescimento constante nos últimos anos: em 2025 os 30 segundos custaram quase US$ 8 milhões e, em 2020, cerca de US$ 5,5 milhões. O aumento acompanha a crescente audiência do evento, que deve ter mais de 150 milhões de espectadores em 2026, considerando o público do jogo e o show do intervalo.

A atração musical deste ano é o rapper porto-riquenho Bad Bunny, que amplia o alcance do evento para além dos fãs do esporte, mesclando música, cultura e publicidade. Grandes marcas de tecnologia, farmacêuticas, financeiras e alimentícias participam com vários anúncios, demonstrando o apelo multimídia do evento.

O impacto econômico não fica limitado ao setor publicitário. Sectores ligados a turismo, como hotéis e restaurantes, também são beneficiados pelo evento. A NFL, por sua vez, utiliza tecnologia avançada de rastreamento para gerar dados e enriquecer a experiência dos fãs, com sensores instalados nos jogadores e bolas, processando estatísticas em tempo real.

Esse conjunto de fatores confirma que o Super Bowl é mais do que um jogo, representando um espetáculo de entretenimento e negócios com significativo poder de engajamento e visibilidade global.

Via InfoMoney

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.