Suprema Corte dos EUA decide sobre tarifas impostas por Trump

Suprema Corte dos EUA avalia legalidade das tarifas de Trump e impacto no comércio global.
14/01/2026 às 08:44 | Atualizado há 4 semanas
               
Suprema Corte dos EUA divulga decisões importantes nesta quarta-feira 14. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

A Suprema Corte dos Estados Unidos deve anunciar decisões importantes que definem o futuro das tarifas comerciais impostas pelo governo Trump. A decisão envolve a análise da legalidade do uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para justificar tais tarifas.

O caso questiona os limites do poder presidencial sobre a imposição de tarifas, com disputas envolvendo empresas, estados e o governo. O resultado poderá influenciar o comércio interno americano e as relações econômicas globais, tendo impacto direto nas parcerias comerciais entre EUA, China, Canadá e México.

A Suprema Corte dos Estados Unidos deve anunciar decisões importantes nesta quarta-feira (14), incluindo casos que avaliam a legalidade das tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump. A divulgação está prevista para ocorrer por volta das 12h, horário de Brasília, sem aviso prévio sobre quais casos serão decididos.

O foco recai sobre litígios que questionam o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, invocada por Trump para justificar tarifas “recíprocas” sobre produtos de vários parceiros comerciais. A lei foi usada para tratar do que o presidente classifica como emergências nacionais, como déficits comerciais e o tráfico de fentanil e outras drogas ilícitas provenientes da China, Canadá e México.

As disputas colocam em xeque os limites do poder presidencial, com juízes de orientação liberal e conservadora expressando dúvidas quanto à extensão da autoridade de Trump. O governo recorre de decisões anteriores que entenderam haver extrapolação dessa autoridade.

Empresas afetadas pelas tarifas e 12 estados, a maioria governada por democratas, são parte das contestações legais. O resultado da decisão tem potencial para influenciar não apenas o comércio interno dos EUA, mas também as relações econômicas globais.

Via Money Times

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