O Plano Safra 2025/26, voltado para a agricultura empresarial, apresentou um aumento nas taxas de juros que variam de 1,5% a 2% em relação ao ciclo anterior. A informação foi divulgada pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, durante a apresentação oficial dos dados do plano. Este ajuste nas taxas reflete um cenário econômico desafiador, marcado pela elevação da taxa básica Selic.
O ministro Carlos Fávaro ressaltou que o aumento das taxas de juros no Plano Safra foi mantido em um patamar inferior ao da Selic. O governo, segundo ele, absorveu parte desse aumento por meio da equalização das taxas, utilizando recursos do Tesouro Nacional. Essa medida visou mitigar o impacto sobre os produtores rurais.
O Ministério da Agricultura comunicou que o Plano Safra 2025/26 disponibilizará R$ 516,2 bilhões para o financiamento da agricultura empresarial brasileira, representando um incremento de 1,5% em comparação com o ciclo anterior. No plano precedente, que considerava recursos provenientes de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e emissões de Cédulas do Produto Rural (CPR), o montante total alcançou R$ 508,59 bilhões.
De acordo com Fávaro, as iniciativas governamentais têm contribuído para que o Plano Safra alcance um patamar considerado “recorde”. O ministro enfatizou que o plano continua a ser um estímulo importante para os produtores.
Via InfoMoney