Muitas pessoas têm dificuldade em manter hábitos como meditação e exercícios, especialmente nos primeiros meses do ano, quando as metas são mais comuns. Pesquisa mostra que menos de 10% conseguem persistir por mais de três meses.
A combinação de inteligência artificial e neurociência está trazendo mudanças, utilizando sensores e machine learning para entender o funcionamento do cérebro e adaptar rotinas ao ritmo individual. Isso reduz a frustração e aumenta as chances de sucesso.
Além de apoiar hábitos, essa tecnologia também contribui para a saúde mental, ajudando a controlar ansiedade e estresse. O mercado de IA cognitiva deve crescer significativamente nos próximos anos, mas o uso deve contar com orientação técnica para resultados eficazes.
Na jornada para construir novos hábitos, muita gente enfrenta o desafio de manter metas como meditar, treinar ou dormir melhor, especialmente nos primeiros meses do ano. Pesquisa revela que menos de 10% conseguem seguir seus objetivos por mais de três meses.
A união entre tecnologia baseada em IA e neurociência vem mudando esse cenário. Ao analisar dados reais sobre atenção, carga cognitiva e padrões mentais, essas soluções usam sensores e machine learning para identificar quando o cérebro está mais apto ao foco ou cansado. Isso permite criar rotinas que respeitam os limites individuais, ao invés de depender apenas da disciplina pessoal.
Gabriel Rodrigues, líder técnico da Autonomic, explica que o problema de hábitos falhos ocorre porque muitos tentam repetir modelos que não consideram o funcionamento neurocientífico. A tecnologia facilita ajustes precisos e personalizados, sugerindo pausas e reorganizando tarefas conforme o desempenho do usuário. Assim, o sistema aprende e reduz a frustração que leva ao abandono dos objetivos.
Essas soluções digitais também ganham espaço no cuidado com a saúde mental, ajudando a reduzir ansiedade e estresse. Estima-se que o mercado global de IA cognitiva deve crescer de US$ 33,8 bilhões em 2025 para US$ 110,4 bilhões até 2030.
Apesar do avanço, é fundamental que o uso de IA neste campo conte com orientação técnica, pois a tecnologia complementa, mas não substitui, a expertise clínica e neurocientífica. A proposta é que mudanças pequenas e constantes, guiadas por dados, aumentem a permanência dos hábitos ao longo do tempo, promovendo decisões mais sustentáveis e eficientes.
Via Startupi