Tesouro Direto: Títulos IPCA+ oferecem retorno próximo a 8% ao ano

Confira as taxas atualizadas do Tesouro Direto IPCA+ com rendimento próximo a 8% ao ano, influenciadas por cenário econômico e geopolítico.
21/01/2026 às 11:22 | Atualizado há 2 horas
               
Taxas do Tesouro Direto sobem na manhã desta quarta-feira, refletindo otimismo. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

As taxas dos títulos do Tesouro Direto com vencimento em 2029 oferecem rendimento anual de 7,97% acima da inflação, mostrando leve alta em relação à sessão anterior.

No mesmo cenário, o título de longo prazo com vencimento em 2050 apresenta redução no retorno, pagando IPCA +7,05% ao ano, refletindo a volatilidade do mercado.

Esses movimentos são influenciados pelas tensões globais e condições econômicas atuais, levando investidores a buscarem estabilidade e retorno no mercado de títulos públicos.

As taxas dos títulos do Tesouro Direto apresentam movimentos de alta na manhã desta quarta-feira (21), em comparação ao fechamento anterior. O título prefixado com vencimento em 2028 mantém um rendimento anual de 13,12%, enquanto os prefixados com vencimentos em 2032 e 2035, que pagam juros semestrais, ajustaram para 13,80% e 13,91% ao ano, respectivamente.

Nos títulos vinculados à inflação, o Tesouro IPCA+ com vencimento em 2029 oferece uma remuneração anual de 7,97% acima da inflação, pequena alta em relação aos 7,96% da sessão anterior. Já o título de longo prazo, com vencimento em 2050, apresentou redução ligeira, pagando IPCA +7,05% ao ano.

No mercado internacional, os juros dos Treasuries americanos também seguram uma leve alta. O título de 10 anos, referência global, rendeu 4,29%, contra 4,28% no dia anterior. Ativos com vencimentos mais longos, de 20 e 30 anos, registraram 4,89% e 4,93%, respectivamente.

A volatilidade das taxas está relacionada à escalada das tensões geopolíticas globais, especialmente após declarações recentes dos Estados Unidos envolvendo a Groenlândia. O mercado reage às ameaças de imposição de tarifas comerciais à Europa, ligadas a possíveis movimentos estratégicos dos EUA na região.

Essa movimentação influencia a busca por segurança e retorno no mercado de títulos públicos, refletindo as atuais condições econômicas e políticas.

Via Money Times

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.