Tria Energia adquire carteira de comercialização de energia da Raízen no mercado livre

Tria Energia, do Patria Investimentos, compra carteira de comercialização de energia da Raízen, reforçando presença no mercado livre.
19/12/2025 às 15:01 | Atualizado há 2 meses
               
Descrição anuncia aquisição do braço de comercialização de energia da Raízen pela Tria. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

A Tria Energia, controlada pela Patria Investimentos, anunciou a compra da carteira de comercialização de energia da Raízen no mercado livre. Essa operação envolve contratos de trading de energia e não inclui ativos de geração distribuída ou usinas.

A venda faz parte da estratégia da Raízen para simplificar seu portfólio e otimizar a estrutura de capital. Já para a Tria Energia, a aquisição é um passo importante para acelerar seus negócios e fortalecer sua presença no mercado de energia livre.

A conclusão da compra depende da aprovação do Cade e de outros órgãos reguladores. O valor da transação não foi divulgado, mas o movimento destaca mudanças estratégicas no setor energético brasileiro.

A Tria Energia, empresa controlada pela gestora Patria Investimentos, oficializou a aquisição da carteira de comercialização de energia da Raízen no mercado livre, conforme divulgado nesta sexta-feira (19). O negócio envolve contratos de trading de energia, mas exclui ativos ligados à geração distribuída ou usinas da Raízen Power.

A Raízen informou que a venda faz parte de sua estratégia de desinvestimento, focada em simplificar seu portfólio e otimizar a estrutura de capital. Essa movimentação evidencia uma mudança na atuação da empresa no setor de energia.

Do lado da Tria Energia, a aquisição contribui para acelerar seus planos de negócio e reforçar seu compromisso com expansão sustentável no segmento de comercialização livre de energia elétrica.

É importante destacar que o valor da transação não foi divulgado pelas partes. Além disso, a conclusão da operação está condicionada à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e demais órgãos reguladores competentes.

Essa negociação traduz um movimento relevante no mercado energético brasileiro, marcado por ajustes e focos estratégicos das empresas diante das mudanças regulatórias e econômicas do setor.

Via Money Times

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