O presidente Donald Trump lançou o Conselho da Paz com o objetivo inicial de consolidar o cessar-fogo na região de Gaza. O grupo poderá, no futuro, ampliar seu foco para questões globais, buscando atuar além dos limites atuais.
Trump convidou líderes mundiais e sugeriu contribuição financeira dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. A proposta despertou dúvidas sobre possível rivalidade com a ONU, especialmente porque grandes potências ainda não confirmaram sua participação.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou seu Conselho da Paz com o intuito inicial de consolidar o cessar-fogo em Gaza, mas sinalizou que o grupo poderá atuar em questões globais maiores. Trump afirmou que pretende trabalhar em conjunto com as Nações Unidas, ressaltando o potencial ainda não explorado da organização.
Trump, que presidirá o conselho, convidou diversos líderes mundiais para participarem, propondo que os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU contribuam com US$ 1 bilhão cada para o financiamento. Apesar disso, potências como Rússia, França, Reino Unido e China ainda não confirmaram adesão, e outras responderam com cautela ou recusaram o convite.
A cerimônia de assinatura ocorreu durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e contou com a presença de representantes de cerca de 35 países, entre eles Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Turquia e Belarus. Israel e Hungria também anunciaram que participarão, enquanto poucos dos países envolvidos são democracias.
A proposta gerou dúvidas sobre uma possível rivalidade com a ONU, que ainda afirma que seu envolvimento com o conselho será restrito ao contexto do cessar-fogo em Gaza. Trump destacou a possibilidade de o conselho realizar “praticamente tudo o que quisermos”, buscando um papel que transcenda a trégua atual.
Via Money Times