Na madrugada de sábado (28), Donald Trump autorizou um ataque contra o Irã mesmo sem ameaça imediata. A decisão visa aproveitar uma suposta vulnerabilidade do governo iraniano, que está distante de desenvolver armas nucleares segundo inteligência dos EUA.
O ataque, chamado de “Operação Fúria Épica”, não teve aprovação do Congresso e enfrentou resistência internacional, como a recusa do Reino Unido em participar. Trump baseia a ação em anos de hostilidades do Irã, mas não apresentou justificativa legal formal.
Especialistas classificam a operação como uma escolha política e não uma necessidade militar. As consequências podem impactar além da região, enquanto o futuro do conflito permanece incerto.
Na madrugada deste sábado (28), o presidente Donald Trump autorizou um amplo ataque ao Irã, apesar de não existir uma ameaça imediata que justificasse a ação. O governo do Irã está atualmente mais distante da capacidade de desenvolver uma arma nuclear, conforme avaliou a Agência de Inteligência de Defesa dos EUA. O ataque mira sobretudo uma oportunidade, com Trump tentando aproveitar um momento de aparente vulnerabilidade iraniana para pressionar o regime.
Trump, que prometeu evitar intervenções militares temerárias, descarta a necessidade de evidências de ameaça iminente, citando décadas de conflitos e ações hostis do Irã contra os Estados Unidos e seus aliados. O presidente, no entanto, não explicou claramente por que o ataque é necessário agora, nem apresentou justificativa legal formal que sancione a operação. O Reino Unido, por exemplo, recusou o uso de seu território para lançamento de ataques americanos contra o Irã.
O ataque, descrito pelo Pentágono como “Operação Fúria Épica”, não teve autorização formal do Congresso dos EUA. A ação alia-se ao apoio de Israel e resulta em uma escalada significativa, mas não segue o padrão de “guerra de necessidade”, sendo mais uma “guerra de escolha”, segundo especialistas em relações internacionais. O desfecho e os próximos passos desse conflito ainda são incertos, com impactos que podem ultrapassar os limites da região.
Via InfoMoney