Trump negocia aumento da produção de armas após ataques ao Irã nos EUA

Trump reuniu-se com empresas de defesa para aumentar produção de armas após ataques ao Irã.
07/03/2026 às 13:41 | Atualizado há 2 semanas
               
Descrição aborda esforço do governo Trump para reabastecer estoques militares após ação contra o Irã. (Imagem/Reprodução: Forbes)

O presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu-se com líderes das maiores empresas de defesa para discutir o aumento da produção de armamentos. O objetivo é repor estoques reduzidos por recentes operações militares, incluindo ataques ao Irã.

Empresas como Lockheed Martin e Boeing concordaram em quadruplicar a produção de munições de precisão. O governo também prepara um orçamento extra de US$ 50 bilhões para recompor equipamentos usados nos conflitos. Este movimento reforça a estratégia de fortalecer a capacidade bélica dos EUA diante das crescentes tensões internacionais.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou uma reunião com executivos das principais empresas do setor de defesa para discutir o aumento da produção de armamentos. O encontro, ocorrido nesta sexta-feira (6), ocorreu em meio aos esforços do Pentágono para reabastecer estoques reduzidos pelas operações militares recentes, incluindo ataques ao Irã.

Segundo Trump, as fabricantes concordaram em quadruplicar a produção de munições guiadas de precisão, algo que já vinha sendo planejado há cerca de três meses. Entre as companhias presentes estavam Lockheed Martin, RTX, BAE Systems, Boeing, Honeywell Aerospace, L3Harris e Northrop Grumman.

Os contratos com as grandes empreiteiras têm sido foco de negociações para priorizar a produção em detrimento dos pagamentos aos acionistas. Em janeiro, Trump assinou um decreto para identificar empresas com baixo desempenho em contratos militares ao mesmo tempo em que distribuem lucros.

O vice-secretário de Defesa, Steve Feinberg, também participou de uma chamada prévia com empreiteiros, reforçando o compromisso em acelerar a entrega de equipamentos. Um destaque é o aumento significativo da capacidade produtiva da Lockheed Martin, que pretende elevar a produção anual de interceptores de mísseis PAC-3 de 600 para 2.000 unidades.

Essa mobilização está associada ao crescimento da demanda por sistemas de defesa aérea, intensificada por tensões geopolíticas e conflitos recentes no Oriente Médio. Além disso, o governo prepara um pedido suplementar de orçamento estimado em US$ 50 bilhões para repor equipamentos usados nos combates.

Via Forbes Brasil

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