A Uber lançou um novo recurso que permite às passageiras escolher que suas viagens sejam feitas apenas por motoristas mulheres. A função foi criada para aumentar a segurança e o conforto, principalmente em trajetos noturnos ou longos, e também permite que motoristas mulheres aceitem corridas somente de passageiras.
O recurso está disponível em diversas cidades brasileiras e é ativado na hora da solicitação da corrida. O sistema busca motoristas mulheres disponíveis, mas o tempo de espera pode ser maior caso não haja motoristas próximas. A novidade também está presente no Uber Teens, fortalecendo a segurança para adolescentes.
Essa iniciativa acompanha o crescimento do número de motoristas femininas na plataforma, que hoje representam cerca de 8% da base no Brasil. Apesar das críticas sobre segregação e pressão sobre motoristas, o recurso representa um avanço em mobilidade urbana focada em segurança e experiência personalizada para mulheres.
A Uber lançou uma função que permite às passageiras escolher que suas viagens sejam realizadas apenas por motoristas mulheres. Essa opção visa aumentar a segurança e o conforto, especialmente para trajetos noturnos ou longos, reduzindo casos de assédio. Motoristas femininas também podem optar por aceitar somente corridas solicitadas por mulheres.
A novidade é ativada no momento da solicitação da corrida. O algoritmo mantém a busca pela disponibilidade, mas limita a correspondência para o perfil desejado. Apesar disso, pode haver maior tempo de espera se não houver motoristas mulheres próximas. O recurso está disponível para adolescentes no Uber Teens, reforçando a segurança para jovens usuários.
No Brasil, a função já alcançou cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Recife, Manaus, Fortaleza, Belém, João Pessoa, Goiânia, São Luís e Cuiabá. A expansão depende do aumento da adesão de motoristas mulheres.
A proporção de motoristas femininas na Uber no Brasil cresceu nos últimos anos, alcançando cerca de 8% da base total em 2025, um aumento que busca reduzir preocupações com segurança e assédio, além de equilibrar o mercado. Enquanto isso, o número geral de trabalhadores em aplicativos ultrapassa 1,7 milhão, e o público feminino representa quase metade dos usuários, com 82% delas considerando o transporte por aplicativo seguro.
Críticas ao recurso apontam para a possibilidade de segregação dos usuários e pressão sobre as motoristas mulheres, além de destacar que segurança depende também de monitoramento e ferramentas de denúncia.
Esse avanço da Uber indica uma tendência na personalização da experiência de mobilidade urbana, focada na segurança e conforto para mulheres.
Via Folha Vitória