Ultramaratonista do Espírito Santo corre sua 100ª maratona em Roma, Itália

Edinho Borges, ultramaratonista do ES, alcança sua centésima maratona na tradicional prova de Roma, na Itália.
19/03/2026 às 10:41 | Atualizado há 20 horas
               
A descrição destaca a conquista de Edinho Borges, ultramaratonista do Espírito Santo, que fará sua 100ª maratona em Roma no dia 22. (Imagem/Reprodução: Folhavitoria)

Edinho Borges, ultramaratonista do Espírito Santo, participará da sua centésima maratona no próximo domingo em Roma, Itália. A competição passa por pontos históricos como Coliseu e Vaticano e reúne milhares de corredores.

Ele começou a correr há 15 anos para superar desafios pessoais como obesidade e dificuldades financeiras. Desde então, completou quase 100 maratonas, cultivando a corrida como forma de bem-estar e solidariedade.

A escolha de Roma para a prova tem significado religioso para Edinho, que é católico. A cidade é vista por ele como um museu a céu aberto e representa um marco especial na sua trajetória esportiva.

O ultramaratonista capixaba Edinho Borges vai completar, no próximo domingo (22), a sua centésima maratona. A prova escolhida é a tradicional maratona de Roma, na Itália, que reúne cerca de 20 mil participantes e tem percurso passando por pontos históricos como o Coliseu, o Vaticano e a Piazza di Spagna.

Edinho começou a correr há 15 anos para combater a obesidade e superar uma crise financeira. Desde então, transformou a prática em uma forma de se reconectar com o bem-estar e de promover ações solidárias. Em nove anos, completou 99 maratonas, sendo a primeira delas no Rio de Janeiro.

Nas últimas três temporadas, acumulou 14 maratonas em diferentes cidades brasileiras como São Paulo, Curitiba e Vitória, além de provas internacionais, incluindo Miami e Nova Iorque. Ele destaca que nunca desistiu de nenhuma corrida, considerando a competição uma forma de desafio pessoal e não buscando prêmios externos.

A escolha de Roma para sua 100ª maratona tem ligação religiosa, já que Edinho é católico e vê a cidade como um “museu a céu aberto”, além de ter um significado especial próximo ao Vaticano e ao Papa. Sua motivação é continuar transformando vidas por meio da corrida.

Via Folha Vitória

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