Vendas no varejo brasileiro crescem 1% em novembro, acima das expectativas

Vendas no varejo do Brasil sobem 1% em novembro, superando previsões do mercado, com destaque para tecnologia e saúde.
15/01/2026 às 09:44 | Atualizado há 2 horas
               
Reuters espera alta de 0,30% mensal e avanço de 0,20% anual na pesquisa econômica. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

O setor varejista brasileiro registrou crescimento de 1,0% em novembro na comparação com outubro, uma alta superior à esperada pelos especialistas, que previam 0,3%. O avanço foi destacado pelo IBGE e reflete uma reação positiva em diversos segmentos do mercado.

O crescimento mais expressivo ocorreu em equipamentos de escritório, informática e comunicação, com alta de 4,1%. Outros setores como móveis, eletrodomésticos, artigos farmacêuticos e supermercados também contribuíram para o resultado, enquanto tecidos, vestuário e calçados registraram queda.

Esses dados indicam uma recuperação gradual no comércio, principalmente nas áreas de tecnologia e saúde, que devem continuar influenciando o desempenho do varejo nos próximos meses.

As vendas no varejo do Brasil cresceram 1,0% em novembro na comparação com outubro, superando as expectativas de mercado que previam alta de 0,3%, segundo dados do IBGE. Na base anual, o crescimento foi de 1,3%, refletindo uma reação acima do previsto pelos especialistas.

Cristiano Santos, gerente da Pesquisa Mensal de Comércio, destacou que este foi o segundo mês seguido com avanços mensais no setor, algo que não acontecia desde o início do ano. O crescimento mais expressivo ocorreu em equipamentos de escritório, informática e comunicação, que registraram alta de 4,1% em novembro.

Outros segmentos que também apresentaram aumento nas vendas no volume foram móveis e eletrodomésticos (2,3%), artigos farmacêuticos (2,2%), e supermercados com produtos alimentícios (1,0%). Apenas tecidos, vestuário e calçados tiveram queda, com -0,8% no período. No varejo ampliado, que inclui material de construção, veículos e motos, o crescimento foi menor, de 0,7%, afetado pela queda de -0,2% em veículos, motos e peças.

Na comparação anual, o avanço de 1,3% contou com destaques em informática (9,9%) e artigos farmacêuticos (7,2%). Por outro lado, setores como combustíveis e supermercados registraram retração no volume de vendas. No âmbito ampliado, veículos e material de construção apresentaram quedas mais expressivas.

Esse cenário mostra um comportamento misto, mas com sinais claros de recuperação em áreas ligadas a tecnologia e saúde, que devem continuar influenciando o desempenho do comércio nos próximos meses.

Via InfoMoney

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