Os Estados Unidos realizaram ataques militares na Venezuela, segundo confirmou o presidente Donald Trump, que declarou ter capturado Nicolás Maduro e sua esposa. O governo americano acusa Maduro de fraude e de comandar um narcoestado.
A Venezuela condenou a ação como uma violação da Carta das Nações Unidas, afirmando que os ataques colocam em risco a paz e a estabilidade da América Latina. As operações atingiram diversos estados venezuelanos, afetando civis e provocando estado de comoção.
Este episódio representa uma escalada das tensões entre os dois países e pode impactar a política e economia regional. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com preocupação.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou ataques militares na Venezuela no último sábado (3), afirmando ter capturado o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, retirando-os do país. Os EUA acusam Maduro de gerir um “narcoestado” e de fraude eleitoral em 2024, que a oposição afirma ter vencido.
Esse envolvimento militar direto é o mais significativo dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989 para derrubar Manuel Noriega. O governo venezuelano condenou os ataques e declarou que constituem uma violação da Carta das Nações Unidas, destacando os riscos à paz e à estabilidade da região.
Em nota oficial, a Venezuela acusa os EUA de agredir seu território, principalmente em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, com o objetivo de confiscar recursos estratégicos, especialmente o petróleo. O governo declarou estado de comoção externa, ressaltando que civis foram afetados.
Após os bombardeios, a vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez declarou desconhecer o paradeiro de Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, exigindo provas de vida imediatas do casal por parte do governo americano. O comunicado foi transmitido pela televisão estatal.
Este episódio marca uma escalada severa nas tensões entre os dois países e pode alterar significativamente a dinâmica política e econômica na América Latina. A comunidade internacional acompanha atentamente os desdobramentos dessa operação.
Via MoneyTimes