Verme elegante apresenta longevidade com uso de LSD

Estudo revela que verme elegante vive mais e melhor com LSD. Descubra os impactos desse achado.
29/06/2025 às 08:47 | Atualizado há 2 meses
Uso de LSD
Ácido lisérgico imita restrição calórica e aumenta longevidade em C. elegans. (Imagem/Reprodução: Redir)

A longevidade de Albert Hofmann, o criador do **Uso de LSD** em 1938, que viveu até os 102 anos, sempre gerou curiosidade. Afinal, ele não só descobriu os efeitos psicodélicos da droga em um autoexperimento em 1943, mas também fez uso esporádico da substância ao longo da vida, mesmo sendo crítico de sua popularização recreativa. Mas, será que existe alguma ligação entre o Uso de LSD e a longevidade?

A questão sobre a possível relação entre o Uso de LSD e a longevidade de Hofmann sempre despertou debates. Em contrapartida, o caso de Amanda Feilding, condessa britânica e defensora da reforma das leis antidrogas, que faleceu cinco semanas atrás, reacende a discussão. Feilding, usuária regular de LSD e amiga de Hofmann, viveu 20 anos a menos que ele.

A ciência nos ensina que um único caso não estabelece uma regra. A coincidência não implica causalidade, e evidências isoladas não comprovam hipóteses. A história de Albert Hofmann, que criou o LSD em 1938 e viveu até os 102 anos, é notável. Além de sua descoberta, Hofmann utilizou o Uso de LSD de forma esporádica em busca de experiências espirituais.

Por outro lado, a recente morte de Amanda Feilding traz uma nova perspectiva para a discussão. Feilding, uma figura importante na luta pela reforma das políticas de drogas e pela reabilitação de psicodélicos, era conhecida por seu Uso de LSD contínuo. Apesar disso, sua vida foi mais curta do que a de Hofmann, levantando questões sobre os possíveis efeitos a longo prazo da substância.

A relação entre o Uso de LSD e a duração da vida permanece um tema complexo e sem conclusões definitivas. A história de Hofmann serve como um ponto de partida intrigante, enquanto o caso de Feilding adiciona uma camada de complexidade à discussão. É preciso cautela ao analisar essas situações, evitando generalizações baseadas em evidências limitadas.

Via Folha de São Paulo

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