Especialistas em saúde acompanham com atenção vários vírus que podem causar epidemias em 2026. Um dos principais é o vírus da gripe aviária H5N1, que pode se adaptar para infectar humanos e provocar uma pandemia, ainda sem vacina específica.
Outro alvo da vigilância é o vírus Mpox, que surgiu na África e espalhou-se globalmente, com duas variantes, incluindo uma mais grave detectada recentemente nos EUA. Além disso, o vírus Oropouche, transmitido por mosquitos, avança na América e pode alcançar os EUA.
Doenças como chikungunya, sarampo e HIV também estão no radar, devido a fatores como queda na vacinação e interrupções no suporte internacional. O monitoramento e desenvolvimento de vacinas seguem fundamentais para controlar esses riscos em 2026.
Especialistas em saúde monitoram várias ameaças virais em 2026, com destaque especial para o vírus da gripe aviária H5N1. Este vírus apresenta risco de adaptação para transmissão entre humanos, o que poderia desencadear uma pandemia. Embora as vacinas atuais não protejam contra ele, pesquisadores buscam desenvolver imunizantes específicos.
Outro vírus em foco é o Mpox, anteriormente conhecido como varíola dos macacos. Emergindo inicialmente na África, o Mpox se espalhou globalmente a partir de 2022, com duas variantes principais: o clado I, mais grave, e o clado II, que provocou uma pandemia controlada, mas ainda ativa. Casos recentes dos Estados Unidos incluem a forma mais severa.
O vírus Oropouche, transmitido por mosquitos e outros insetos, está ganhando terreno nas Américas. Até pouco tempo restrito à região amazônica, seu alcance já se estendeu ao Caribe e América Central, com potencial de avanço para o sudeste dos EUA, onde o vetor já está presente. Não há vacinas ou tratamentos específicos contra ele.
Além desses, doenças como chikungunya, sarampo, que tem ressurgido devido à queda nas taxas de vacinação, e HIV, afetado por interrupções no suporte internacional, mantêm os especialistas atentos. O aumento da população mundial, as mudanças climáticas e a mobilidade humana aceleram a disseminação desses vírus e complicam o controle.
O acompanhamento constante e o desenvolvimento de vacinas e terapias continuarão essenciais para prevenir novos surtos e limitar seu impacto global em 2026.
Via Super