O Fórum Estadual da Juventude Negra do Espírito Santo lançou a websérie “A Resistência da Juventude Negra”. A produção documental, dividida em três episódios, está disponível no YouTube e Instagram da instituição e revela relatos e experiências da juventude negra na luta contra o racismo estrutural.
O último episódio valoriza a cultura afro-brasileira e aborda a Marcha Contra o Extermínio da Juventude Negra, realizada em Vitória há 18 anos. A marcha denuncia a violência racial e os altos índices de homicídios entre jovens negros no país.
Um capítulo bônus será lançado com os bastidores da produção. A websérie destaca a organização política dos jovens negros e os desafios que enfrentam na luta por igualdade social e respeito.
O Fórum Estadual da Juventude Negra do Espírito Santo (Fejunes) lançou a websérie A Resistência da Juventude Negra, que destaca o protagonismo da juventude negra no combate ao racismo estrutural. Com formato documental, a produção está dividida em três episódios disponíveis no YouTube e Instagram da instituição, mostrando relatos, análises e experiências que ressaltam a organização política dos jovens negros no estado.
O último episódio, publicado em 11 de fevereiro, foca na valorização da cultura afro-brasileira e na luta por igualdade em educação, trabalho e espaços de poder, fazendo um elo entre o passado e o presente por meio da Marcha Contra o Extermínio da Juventude Negra.
A marcha, realizada há 18 anos em Vitória no Dia Nacional da Consciência Negra, denuncia a violência racial e os altos índices de homicídios entre jovens negros, especialmente em áreas periféricas. Segundo dados do Atlas da Violência 2025 e Fiocruz, cerca de 77% das vítimas de homicídio no país são negras.
Além dos três episódios, um capítulo bônus será lançado em 18 de fevereiro, mostrando os bastidores da produção e os desafios enfrentados pela equipe ao documentar esses eventos.
Filipe Lima, idealizador da série, destaca que a websérie explora o que motiva a juventude negra a resistir e organizar-se contra o racismo estrutural, enquanto Emanuella Gonçalo, presidente do Fejunes, ressalta que as mobilizações mostram os obstáculos sociais e os desafios impostos pelo sistema nessa luta.
Via VIXFeed Notícias