O YouTube se destaca como líder em streaming e importante motor econômico, destinando mais de US$ 100 bilhões a criadores e empresas nos últimos quatro anos. Em 2024, contribuiu com US$ 55 bilhões para o PIB dos EUA e apoiou cerca de 500 mil empregos.
O crescimento dos Shorts, com 200 bilhões de visualizações diárias, reflete a transformação da plataforma em negócios sustentáveis. A inteligência artificial apoia a criação de conteúdo, enquanto o YouTube expande o comércio social com mais de 500 mil criadores no YouTube Shopping.
Além disso, a plataforma reforça seu papel educacional e amplia o controle parental para gerenciar o uso dos Shorts por crianças. O YouTube também investe em mecanismos contra spam e deepfakes, aprimorando a qualidade do conteúdo.
Ao avançar para 2026, o YouTube se destaca não só como líder em streaming, mas também como um importante motor econômico. Nos últimos quatro anos, a plataforma destinou mais de US$ 100 bilhões a criadores, artistas e empresas. Em 2024, o ecossistema do YouTube contribuiu com US$ 55 bilhões para o PIB dos EUA e apoiou quase 500 mil empregos inteiros.
O crescimento dos Shorts, que alcançam 200 bilhões de visualizações diárias, mostra o foco da plataforma em transformar audiência em negócios sustentáveis. Neal Mohan, CEO do YouTube, destaca o fim da era do “conteúdo gerado pelo usuário” tradicional, agora substituído por produções que rivalizam com cinema e TV, com estúdios próprios de criadores estabelecendo novos formatos.
A inteligência artificial (IA) é usada para inovação, facilitando criação de conteúdo com ferramentas que vão desde dublagens automáticas até jogos por comandos de voz. Mohan ressalta que a IA serve como expressão criativa e não substitui os criadores. Entretanto, a plataforma combate conteúdos de baixa qualidade e riscos como deepfakes, aprimorando sistemas contra spam e clickbait.
No comércio social, mais de 500 mil criadores já participam do YouTube Shopping, e a meta é oferecer “comércio sem atritos”, permitindo compras diretamente no app. O YouTube também reforça seu papel educacional e amplia o controle parental, dando aos pais ferramentas para gerenciar o tempo de uso dos filhos, principalmente no consumo dos Shorts.
Via Forbes Brasil