A Zippi conseguiu captar R$ 220 milhões em sua terceira emissão de Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), contando com a entrada do investidor japonês Credit Saison. Essa operação é a maior da fintech e supera os valores captados nas duas emissões anteriores, realizadas em 2024 e 2025.
O objetivo da Zippi é expandir o crédito oferecido para micro e pequenos empreendedores no Brasil, utilizando dados do Pix para personalizar os financiamentos. Com esse novo aporte, a empresa espera atingir R$ 350 milhões sob gestão no FIDC até 2026, além de aumentar o volume de crédito disponível para seus clientes.
A fintech projeta movimentar cerca de R$ 10 bilhões em transações até 2026, dobrando seu tamanho em relação ao ano anterior. Este investimento reforça a posição da Zippi no mercado nacional de crédito para microempreendedores, alinhando sua estrutura de capital ao ciclo da operação e garantindo maior previsibilidade nos custos.
A Zippi capta R$ 220 milhões em terceira emissão de FIDC, superando todas as captações anteriores da fintech voltada ao microempreendedor brasileiro. Essa operação é sua maior até agora e contou com a entrada da Credit Saison, investidor japonês que se junta a players como Itaú Asset, Bradesco BBI e Valora Investimentos.
Em 2024 e 2025, a Zippi havia levantado, respectivamente, R$ 66 milhões e R$ 80 milhões. Com o novo aporte, a expectativa é alcançar R$ 350 milhões sob gestão no FIDC até o final de 2026.
O foco da fintech está em oferecer crédito personalizado para mais de 21 milhões de micro e pequenos negócios no Brasil, utilizando o Pix como base para captar dados do fluxo real do varejo. Segundo André Bernardes, CEO da Zippi, o crédito é desenhado a partir da movimentação financeira do cotidiano dessas empresas.
A projeção para 2026 indica que a Zippi deve movimentar cerca de R$ 10 bilhões em transações, dobrando seu tamanho em relação a 2025. O novo funding busca expandir a base de clientes e aumentar o volume transacionado por cliente, mantendo a operação focada no mercado nacional.
Bruno Lucas, CFO, destaca que a estrutura de capital atual está mais alinhada ao ciclo da operação, permitindo maior volume de crédito e custos mais previsíveis, com atenção à qualidade da carteira.
Esse aporte reforça o posicionamento da Zippi no setor de crédito para microempreendedores, aproximando o financiamento das necessidades reais desses negócios em crescimento.
Via Startupi