O zoroastrismo foi a principal religião do Irã antes do surgimento do islamismo, difundida na antiga Pérsia e centrada no culto ao deus Aúra-masda.
Com origens no segundo milênio a.C., essa fé monoteísta influenciou profundamente o pensamento espiritual da Antiguidade e foi a base do Império Persa até o século VII.
Apesar da perda de muitos textos sagrados e da diminuição de seguidores, o zoroastrismo mantém legados culturais, como o culto ao fogo e ao respeito pelos cães, além de ser estudado por sua relevância histórica.
Há milhares de anos, antes do advento do islamismo, uma crença monoteísta dominava a região do atual Irã. O zoroastrismo, originário da antiga Pérsia, pregava a existência de um único Deus chamado Aúra-masda, revelado ao profeta Zaratustra. Essa religião influenciou profundamente o pensamento espiritual da Antiguidade.
Estabelecido no segundo milênio a.C., o zoroastrismo foi a principal fé do Império Persa, congregando milhões de adeptos. No entanto, sua relevância diminuiu significativamente após a expansão do islamismo no século VII. Embora hoje haja menos de 100 mil praticantes, os princípios dessa religião ainda despertam interesse histórico.
Grande parte dos ensinamentos foi perdida, em especial após a invasão de Alexandre, o Grande, em 330 a.C., que destruiu muitos dos 21 livros do Avesta, sua escritura sagrada. Contudo, sacerdotes mantiveram viva a tradição oral, preservando orações e hinos importantes.
Entre aspectos peculiares do zoroastrismo estão o respeito aos cães, considerados guias da alma após a morte, além do simbolismo do fogo. Chamas sagradas são mantidas acesas continuamente em templos, como na cidade iraniana de Yazd, onde uma chama teria perdurado por cerca de quinze séculos.
Esses elementos refletem a persistência cultural da fé, que mesmo diante das transformações no Oriente Médio, ainda é estudada por especialistas e admirada por sua influência nas religiões monoteístas modernas.
Via Danuzio News